Milão é sem dúvida uma das cidades mais importantes da Itália, tanto em termos culturais e históricos como em termos de movimentação econômica. Pela cidade inteira se podem ver  relíquias arquitetônicas da antigüidade clássica e do renascimento, o que é sempre um deleite para os olhos.

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A Catedral de Milão, conhecida como o “Duomo” (catedral, em italiano), é a quinta maior do mundo e é dedicada à Santa Maria Nascente. A construção gótica levou seis séculos para ser construída, o que é comum quando se trata de catedrais, dado que devem estar em constante modificação. Além do exterior e do interior esplendorosos, pode-se passear por cima da catedral e ter uma bela vista dos arredores.

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Na igreja de Santa Maria della Grazie é onde está uma das principais obras de arte do Renascimento, a Última Ceia, composta por Leonardo da Vinci, e que retrata o momento dramático em que Jesus revela que um dos seus discípulos irá traí-lo, está exposta. A pintura é tão realista que se pode imaginar a surpresa e hostilidade dos companheiros de Jesus. Vale a pena ver de perto.

Para visitar os 12 mini-museus do Castello Sforzesco, que vão deste objetos do Paleolítico até mobiliário da década de 1950, é preciso no mínimo um dia inteiro. Durante o século XV, era onde vivia a corte aristocrática de Ludovico “il Moro” Sforza, patrono de Leonardo da Vinci. É um passeio muito enriquecedor e recomendável.

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