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Conta a lenda que quando o Imperador Claúdio II proibiu a realização de casamentos por acreditar que o número de candidatos ao exército aumentaria significativamente, o bispo romano Valentim, por acreditar no amor, e no matrimônio, continuou a celebrar casamentos clandestinamente.

Quando a prática foi descoberta, o bispo Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe mandavam flores e recados a dizer que acreditavam no amor, para lhe dar forças.

São Valentim batizando Santa Lucila. Jacopo Bassano

São Valentim batizando Santa Lucila. Jacopo Bassano

A ascensão a santo deu-se com um milagre dessa época: Astérias, uma jovem cega e filha de um carcereiro, obteve autorização do seu pai para visitar Valentim. Ao se encontrarem, apaixonaram-se loucamente um pelo outro e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. Antes da sua morte, São Valentim escreveu-lhe uma carta de amor. Em fevereiro de 270 São Valentim foi decapitado e ainda hoje se comemora a sua braveza e fé no amor.

São Valentim foi um santo reconhecido pela Igreja Católica, entretanto, em 1969, por haver dúvida sobre a sua existência, deixou-se de celebrar o seu dia. Informalmente, ainda se celebra o Dia de São Valentim em muitos países, principalmente na América do Norte e Europa, enviando cartas de amor ao ser amado, e por vezes um presente simbólico.

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