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A história afro-americana se confunde com a história da cidade de Atlanta, berço de Martin Luther King Jr., e é em fevereiro que se celebra nos EUA a história dos negros no país. Nesse período, há pelos Estados Unidos comemorações das vitórias obtidas pelos afro-descendentes desde os períodos em que a discriminação racial era institucionalizada. As comemorações incluem desfiles com bandas, performances de música e artes, discursos, apresentação de comediantes, entre muitas outras atrações.

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Entretanto, há controvérsias sobre a existência de um mês dedicado à história dos negros nos EUA. Morgan Freeman, por exemplo, o ator que interpretou Nelson Mandela no cinema, se opõe ao mês da história negra, e afirmou em uma entrevista que não quer “um Mês da História Afro-americana” porque “a história afro-americana é a história dos Estados Unidos”. Outros defendem a existência de um mês oficial de comemorações, tendo como argumento o fato de que mais facilmente se dá o seu reconhecimento da cultura e história dos povos que as celebram.

Martin Luther King Jr. nasceu em Atlanta, em tempos de segregação racial e cresceu movido pelo desejo de liderança do movimento pelos direitos civis. A cidade natal do pastor protestante e militante político é uma das principais cidades dos EUA que comemoram o Mês da História Afro-americana. Atlanta preserva, além da casa onde nasceu Martin Luther King Jr, a Igreja Batista onde ele dava os seus sermões.

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Atlanta é a nona maior área metropolitana dos EUA e isso significa que em qualquer época do ano e qualquer hora do dia, a cidade tem atrações a oferecer aos mais variados visitantes. Além da fábrica da Coca-Cola, onde é possível ver parte do processo de fabricação da bebida e experimentar 60 amostras diferentes do produto, Atlanta conta com o enorme aquário da Georgia, além de um zoológico, museus de história natural e arte, e um parque de diversões com brinquedos de tirar o fôlego, literalmente!

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